No Barco de Rosa Na Ilha de Lia

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Sobre Socialimo e Capitalismo, o escritor Ferreira Gullar define:
“-Por que o capitalismo venceu?
O capitalismo do século XIX era realmente uma coisa abominável, com um nível de exploração inaceitável. As pessoas com espírito de solidariedade e com sentimento de justiça se revoltaram contra aquilo. O Manifesto Comunista, de Marx, em 1848, e o movimento que se seguiu tiveram um papel importante para mudar a sociedade. A luta dos trabalhadores, o movimento sindical, a tomada de consciência dos direitos, tudo isso fez melhorar a relação capital-trabalho. O que está errado é achar, como Marx diz, que quem produz a riqueza é o trabalhador, e o capitalista só o explora. É bobagem. Sem a empresa, não existe riqueza. Um depende do outro. O empresário é um intelectual que, em vez de escrever poesias, monta empresas. É um criador, um indivíduo que faz coisas novas. A visão de que só um lado produz riqueza e o outro só explora é radical, sectária, primária. A partir dessa miopia, tudo o mais deu errado para o campo socialista. (…) O capitalismo não é uma teoria. Ele nasceu da necessidade real da sociedade e dos instintos do ser humano. Por isso ele é invencível. A força que torna o capitalismo invencível vem dessa origem natural indiscutível. Agora mesmo, enquanto falamos, há milhões de pessoas inventando maneiras novas de ganhar dinheiro. É óbvio que um governo central com seis burocratas dirigindo um país não vai ter a capacidade de ditar rumos a esses milhões de pessoas. Não tem cabimento.
Porque o que estou dizendo é que o socialismo acabou, estabeleceu ditaduras, não criou democracia em lugar algum e matou gente em quantidade. Isso tudo é verdade. Não estou inventando.
-E Cuba?
Não posso defender um regime sob o qual eu não gostaria de viver. Não posso admirar um país do qual eu não possa sair na hora que quiser. Não dá para defender um regime em que não se possa publicar um livro sem pedir permissão ao governo. Apesar disso, há uma porção de intelectuais brasileiros que defendem Cuba, mas, obviamente, não querem viver lá de jeito nenhum. É difícil para as pessoas reconhecer que estavam erradas, que passaram a vida toda pregando uma coisa que nunca deu certo.”

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Roda Viva

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“O comunismo não é a fraternidade; é a invasão do ódio entre as classes. Não é a reconciliação dos homens; é a sua exterminação mútua. Não arvora a bandeira do evangelho, bane Deus das almas e das reivindicações populares. Não dá trégua à ordem. Não conhece a liberdade cristã. Dissolveria a sociedade. Extinguiria a religião. Desumanaria a humanidade. Everteria, subverteria, inverteria a obra do Criador.”

Ruy Barbosa

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À Flor Da Pele

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“Se o que há de lixo moral e mental em todos os cérebros pudesse ser varrido e reunido, e com ele se formar uma figura gigantesca, tal seria a figura do comunismo, inimigo supremo da liberdade e da humanidade, como o é tudo quanto dorme nos baixos instintos que se escondem em cada um de nós. O comunismo não é uma doutrina porque é uma antidoutrina, ou uma contradoutrina. Tudo quanto o homem tem conquistado, até hoje, de espiritualidade moral e mental — isto é de civilização e de cultura —, tudo isso ele inverte para formar a doutrina que não tem.”

Fernando Pessoa

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The Carpenters

The Carpenters foi uma dupla musical da década de 1970, composta pelos irmãos Karen (1950-1983) e Richard Carpenter(1946). Com seu estilo melódico, eles levaram à parada de sucessos muitas canções no Top 40 da música americana, tornando-se representantes do soft rock e se incluindo entre os artistas mais representativos da década. Embora fossem referidos como “The Carpenters”, sendo “the” o artigo definido em inglês, o nome oficial do duo era simplesmente “Carpenters”. Durante adécada de 1970, quando bandas de rock pesado faziam muito sucesso, Richard e Karen produziram uma música suave e bem distinta que os alçou entre os artistas que mais venderam discos em todos os tempos.

Durante a carreira de aproximadamente 14 anos, os Carpenters gravaram onze álbuns, cinco dos quais continham músicas que atingiram o Top 10 das paradas. Fizeram turnês nos Estados Unidos, no Reino Unido, no Japão, na Austrália, nos Países Baixos, no Brasil e na Bélgica. A carreira da dupla chegou ao fim com a morte de Karen, em 1983, de parada cardíaca em função de complicações da anorexia nervosa. A cobertura jornalística dada ao fato na época aumentou a consciência da opinião pública sobre as consequências das disfunções alimentares.

Depois dos Carpenters

Após a morte de Karen, Richard continuou a produzir canções da dupla, inclusive muito material inédito e várias coletâneas, tendo lançado o disco Voice of the Heart no final de 1983. Sua dedicação em proteger a imagem dos Carpenters e o legado de gravações gerou muitas críticas, principalmente quando ele impediu em 1987 o lançamento do curta-metragem Superstar: a História de Karen Carpenter, de Todd Haynes, que se utilizou de bonecas barbie para mostrar a morte precoce de Karen. Embora a crítica tenha dito que tudo foi mostrado de forma um tanto compassiva, a história mostrada não é nada favorável à família, retratada de forma desagradável. Richard obteve sucesso em proibir a execução do curta com base na violação dos direitos autorais das canções, usadas sem permissão.

Um filme de 1989, A História de Karen Carpenter, produzida com a ajuda de Richard teve audiência na época de seu lançamento. Pode ver o filme aqui:

Nesse ano, foi lançado o disco Lovelines, com canções que não entraram nos discos anteriores e do disco-solo de Karen, que como já foi dito, seria lançado em 1996, sob o título Karen Carpenter.

Hoje, Richard Carpenter vive com sua esposa, Mary Rudolph-Carpenter (com quem se casou em 19 de maio de 1984), e suas quatro filhas e um filho em Thousand Oaks, Califórnia, e o casal se tornou grande fomentador da produção artística na cidade. Richard é também colecionador de carros antigos que são ganhadores de concursos.

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Akita <3

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Akita ou Akita Inu é uma raça de cães originária do Japão. Sua origem é antiga, cerca de 3000 anos, porém tenha surgido na Europa e aparecido posteriormente na nação oriental. Usados inicialmente como cães de briga, os Akita eram chamados de Odate. Levados à Tosa, tornaram-se lutadores ainda mais famosos, sendo então levados à província de Akita, que deu origem a seu nome. Com a popularidade das lutas de cães em declínio, a mestiçagem com cães pesados europeus foi esquecida, o que ajudou a manter a pureza da raça nos anos seguintes. Após atingirem o patamar de “riqueza e monumento nacional” japonês em 1931, foram levados aos Estados Unidos, onde foram cruzados com pastores-alemães e promovidos a cães de guarda. Desse momento nasceram duas variedades bastante distintas do Akita: a japonesa e a americana, embora, até 2011, tenham sido consideradas pela FCI como uma só.

Akita inu x Akita americano – As semelhanças entre as duas raças estão nas origens e no temperamento, A origem das duas raças obviamente são as mesma já que por anos seguidos foram considerados mesma raça, ou seja, você poderia cruzar cães com característica de Akita Inu com cães com característica de Akita americano e o resultado na ninhada era alguns cães com característica de uma e outros com característica da outra. Por isso o temperamento não houve mudança já que as duas raças mantiveram suas particularidades de temperamento inalteradas. As duas raças são discretas, silenciosas, determinadas, corajosas e etc..

As diferenças mais notórias são:

  • Cor – Akita Inu: Branco, Vermelho, Tigrado Branco, Tigrado Vermelho. Akita Americano – Diversas cores.
  • Tamanho – Akita Inu – Cães fortes, porém agis e de aspecto harmonioso e leve. Akita americano – Cães fortes, pesados de aspecto poderoso.
  • Orelha – A diferença mais sutil está no desenho da cabeça onde o Akita Inu tem orelhas menores e formando um triângulo bem equilátero enquanto o Akita americano tem orelhas maiores e de inserção mais semelhante ao dos Pastores.
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Quando As Panelas Falam Não Há Mais Nada A Dizer!

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UMA GOLEADA MAIOR QUE O 7 X 1

Sabe o Prêmio Nobel, aquele importante prêmio internacional que é dado todo ano a diferentes pessoas, em 6 categorias, a saber abaixo:

Então, ao todo, já foram contemplados com tal prêmio, pessoas de 72 países diferentes, Pessoas de países como Argentina (5 ganhadores), Azerbaijão (2 ganhadores), Costa Rica (1 ganhador), Ilhas Faroé (1 gasnhador), e as potências, das quais listo abaixo as 10 primeiras nações mais ganhadores no ranking:

1. United States (347 Nobel laureates)
2. Britain (120)
3. Germany (104)
4. France (65)
5. Sweden (30)
6. Russia (27)
7. Switzerland (26)
8. Canada (23)
9. Austria (22)
10. Italy (20)

Mas aí você pode se perguntar, e o Brasil, quantos ganhadores tem ou já teve?

A resposta é simples: NENHUM!

Ok, teve um Brasileiro que ganhou em 1960, O zoólogo Peter Medawar, mas como ele só nasceu no Brasil, ele se naturalizou pela Inglaterra, assim, o nosso país imenso, 7ª economia do mundo, segue seu vergonhoso papel de não ter representante entre os ganhadores de prêmio Nobel, assim como Oscar, mas Oscar é outro assunto.

Bom, o que quero mostrar com isso [e a importância que o nosso país dá a educação, a especialização, a leitura. Nem um 7 x 1 para a Alemanha é mais vergonhoso pro Brasil que esse fato.

Quando você olha a lista acima e vê um país como os Estados Unidos com 347 ganhadores,  mais que o dobro do segundo e terceiro colocados, você vê por quê esses países sempre estiveram, estão, e continuarão por muito tempo na vanguarda do mundo, em todos os níveis sócio-econômico-culturais-educacionais.

Essa é a triste realidade do nosso país, a educação é usada somente para fins políticos, para usar eleitores como massa de manobra, iludi-los com promessas de “vamos melhorar a educação, vamos melhorar a saúde”, puro discurso eleitoreiro, puro discurso populista barato que tanto mal faz a esse país… As pessoas vivem a espera de um herói salvador da pátria que em 4 anos vai melhorar a vida de todos, e o país. E isso nunca vai acontecer. Lula não é nenhum herói de nada, Dilma, Marina, Aécio.. São tudo politiqueiros querendo poder. Essa é a realidade, o povo vive numa total manipulação, sendo jogado de um lado ao outro, entre manifestações pró-governo, contra governo, negro contra branco, homossexual x heterossexual, etc.. Enquanto isso, os supostos “salvadores da pátria” implementam seu projeto de poder.

A pobreza no Brasil é um projeto de governo, sem a pobreza do povo, os políticos corruptos e oportunistas não teriam com o que ludibriar o povo.

A pobreza do qual falo é a pobreza moral, intelectual, financeira, social. Já tratei disso em um post anterior.

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Adriano Uriel S dos Santos

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UM PAÍS ILUDIDO POR MIGALHAS E MENTIRAS

Primeiramente quero dizer que vou me ater a tratar o assunto apenas ao Brasil, embora saiba que o assunto que irei tratar seja muito mais abrangente, e faça parte de todo um projeto de dominação sócio-político-cultural.

Pois bem, o assunto que irei tratar é sobre a pobreza, e quando me refiro a pobreza no Brasil, não me refiro diretamente a questão social do povo, das pessoas menos favorecidas, embora isto seja a etapa fim do processo. A pobreza a qual me refiro passa pelas seguintes etapas: Pobreza moral, pobreza intelectual, pobreza ético-social.

Nesse país atualmente temos um caso excêntrico, onde as pessoas formam sua moralidade, suas opiniões e discussões, através de novelas, notícias da vida alheia e coisas do tipo. Parece piada, mas é verdade. As pessoas rejeitam as instituições, como as igrejas e a polícia, denigrem o casamento como uma instituição falida, e o “sistema” estatal cada vez mais interfere no âmbito familiar para tentar doutrinar a forma como os pais devem criar seus filhos. As leis, frágeis a quem aprendeu a corrompe-la, duras a quem mais necessita delas. O governo através da máquina pública, diz como você deve corrigir seu filho (não corrigindo-o),  quer subjugar os poderes policiais, jogando a opinião pública contra a polícia. Também denigre o poder da mídia, jogando a opinião pública contra a mídia tradicional, tratado jornais e revistas de “imprensa golpista”, e assim, milhares de pessoas pautam sua ideologia politico-social através de blogs e jornais governistas, pagos com fundos do erário público para bajular o governo e inventar todo o tipo de caluniação contra as demais mídias e jornais contrários.

Assim, vivemos numa especie de “censura branca”, onde tudo que vai contra o governo é tratado como golpe, choro de perdedor, tentativa de derrubar um governo “democraticamente eleito”. E o povo engole essa baboseira ideológica tendenciosa.

Isso tudo faz parte de um processo longo e enraizado de empobrecimento intelectual. O povo brasileiro, em sua maioria, é um povo “burro”. Pessoas entram na vida escolar e saem da vida escolar sem ter lido um livro sequer, sobre qualquer tema, outros que leem pouco, não entendem 90% do que leem, e uma pequena parcela, ínfima, lê e tem capacidade de fazer uma síntese do que leu. Ate mesmo na sala de aula, no segundo grau, uma questão simples de lógica, as pessoas são incapazes de entender uma simples questão. O povo brasileiro é preguiçoso, não gosta de ler, e é um povo orgulhoso de sua burrice, despreza quem tem capacidade, quem estudou, quem tem poder de debate e argumentação. Uma pessoa talentosa é tratada como algo anormal ao meio, seja um compositor de talento, um cantor afinado, até mesmo o fato de alguém gostar de andar sempre bem vestido, arrumado, é visto por muitas pessoas como sinônimo de soberba, de ser “metido a besta”. Isso é tudo faz parte de um sistema de dominação política baseado em “dividir para conquistar”. Primeiro imbecilizam a sociedade (pobreza intelectual), depois jogam a sociedade uns contra os outros (pobreza moral e ético-social), e por fim implantam seu projeto de poder e dominação, então chegamos onde estamos, com parte da população acreditando que o homem branco é inimigo, o rico é inimigo, o hétero é inimigo, a policia é inimiga.

Aí na época da eleição, chega o salvador da pátria, defendendo todas essas “minorias”, ganhando assim a confiança e os votos dessas pessoas e atingindo seu objetivo final, o poder.

Ou seja, é sutil a forma como direcionam as pessoas para que eles, os políticos, atinjam seu objetivo. As pessoas são incapazes de enxergar que estão sendo ludibriadas, iludidas, usadas.  Aí, por receberem um osso com um pouco mais de carne, endeusam um governante, e o partido o qual ele representa, como se tivessem recebendo uma sublime dádiva, quando na verdade, é obrigação do governante propor melhorias ao país, e não passa de obrigação, visto que supostamente, políticos são empregados do povo.

Um país inteiro de gente egoísta e analfabeta funcional, orgulhosos de sua ignorância e pobreza cultura, ideológica, moral e social. Um país inteiro que desconhece seus direitos e deveres, mas pauta sua vida sócio-educacional através de novelas, programas de auditório e uma educação atrasada e orientada a imbecilizar a sociedade.

Por isso, digo sob a ótica de que vivemos em uma sociedade extremamente doente, com valores morais, éticos, sociais, apodrecidos de dentro pra fora. Ou seja, começa no seio familiar e se alastra a toda sociedade.

Muitos pais não criam mais filhos para serem cidadãos sábios, contribuintes, estudiosos. Pais criam filhos para serem jogadores de futebol, atrizes, modelos, atores, cantores de funk, sertanejo, etc. Veem o filho como um investimento financeiro, uma forma de ganhar dinheiro, e esses são os modelos sociais dos jovens. Pessoas ignorantes, mas com dinheiro e fama. Isso é a degradação sócio-financeira de um povo. Apoio a prática de esporte, o desenvolvimento de algum talento, seja para a música, para atuação, etc, mas e a educação e qualidade da mesma?

A degradação moral se passa por meio de pessoas que surgem na sociedade como “modelos comportamentais a serem aceitos e seguidos”. São pessoas que querem impor de uma forma ou de outra, que qualquer coisa é normal e deve ser aceita, indo assim contra a religião, marginalizando as instituições religiosas e o conceito da religião para com a família, e vão contra a própria família, pregando aos quatro cantos que a família tradicional é um modelo ultrapassado, retrógrado e opressor das liberdades.

Então, temos a pobreza ética e intelectual de uma nação. As pessoas fala simplesmente por “ouvir falar”, “ter visto em algum lugar” “ouvir alguém que disse na tv”. São ignorantes que não leem, não escrevem, não sabem interpretar um texto. E uma parcela considerável de pessoas sem acesso a nada e sem assistencial nenhuma. Esses são pessoas miseráveis. São facilmente manipuladas quando necessário, e facilmente esquecidas pelo país após o resultado da manipulação sofrida por eles.

Ou seja, vivemos em um país pobre com muito dinheiro, com muitos recursos, com muitas possibilidades positivas. Mas somos um povo pobre em todos os sentidos, social, ético, moral, intelectual, como mostrei acima, e rico financeiramente. Mas essa riqueza serve a pouquíssimos, com propósitos bem definidos. Somos o país mais pobre do mundo, aquele país que tem tudo e não tem nada. Temos muitas coisas que 95% dos outros países se matam para ter, ou invejam, temos água em abundancia (os dois maiores aquíferos da terra, o guarani e o amazônico), temos imensas terras cultivadas (centro-oeste), temas a maior  e mais rica fauna e flora do mundo (amazônia), temos os maiores jazidas de minério do mundo (nióbio, ferro, bauxita, manganês, ouro, etc..), temos a maior possibilidade de energia limpa e renovável do mundo mas não aproveitamos, não usamos, e vivemos sob processos de apagões elétricos a anos. Temos um enorme capacidade para turismo, um enorme litoral, muitos parques florestais, etc. Porem muito mal aproveitado, e por outro lado, temos uma enorme fronteira aberta a entrada de drogas, armas, produtos piratas, bandidos, guerrilheiros, etc. Tudo que não  presta.

Então se temos tantas coisas positivas, por que somos um povo tão pobre, tão miserável, que sobrevive de migalhas ofertadas pelo estado como manjares dos deuses populistas?

A resposta é a mesma para a o fato de uma nação tão enorme não ter nenhum premio nobel, e nenhum óscar: UMA NAÇÃO DE IGNORANTES ORGULHOSOS!

Vai demorar muito tempo para a população acordar desse transe coletivo de idiotização, mas ainda resta a esperança. Tudo que resta!

Abraços!

Por: Adriano Uriel S dos Santos

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Língua Portuguesa no Ensino Secundário das escolas da República da Guiana

Língua Portuguesa ganhando cada vez mais espaço mundo afora. ❤

Ventos da Lusofonia

Do jornal Guyana Times (Georgetown, Guiana)
18 de outubro de 2013

A República da Guiana, cuja capital é Georgetown, é o único país da América do Sul que tem o inglês como língua oficial, e quer introduzir o Ensino de Português para estreitar as relações com o vizinho ao sul – o Brasil.
 

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Os estudantes da República Cooperativa da Guiana agora aprenderão a falar o português no Ensino Secundário, pois o Ministério da Educação no dia 17 de outubro anunciou oficialmente a inclusão do idioma no currículo, com cinco liceus a implementarem a iniciativa: Queen’s College, Bishops’ High School, Saint Stanislaus College, Saint Roses High School e Saint Joseph High School.

Priya Manickchand, ministra da Educação da Guiana: Ensino de Português “vai ajudar a fortalecer a nossa amizade” com o Brasil.

Durante o anúncio, em Georgetown – capital do único país sul-americano de língua oficial inglesa –, a…

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Manhã de Carnaval – Rio 450 anos <3

Rio de Janeiro, 01/03/1565 ❤

Manhã de Carnaval by Nara Leão

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