Existirmos: A que será que se destina?

Existirmos: A que será que se destina?

“Existirmos: a que será que se destina?
Pois quando tu me deste a rosa pequenina
Vi que és um homem lindo e que se acaso a sina
Do menino infeliz não se nos ilumina
Tampouco turva-se a lágrima nordestina
Apenas a matéria vida era tão fina
E éramos olharmo-nos intacta retina
A cajuína cristalina em Teresina.”

Muitas pessoas pensam a que será que se destina existir, viver, por que nascemos reproduzimos e morremos, e ao contrário dos felizes animais, nós, infelizes seres humanos dotados de inteligência, comprrensão do mundo real e surreal que o cerca, ou melhor, do irreal ele deseja ser conhecedor, e isto faz de muitos de nós seres humanos seres atormentados por nossos próprios demonios. Diz se que conhecimento e sabedoria são sinônimos de liberdade, pois na verdade é exatamente o contrário…. Quanto mais se conhece das coisas, mais se torna escrvao do seu conhecimento. A ignorancia aliada a uma vida digna é um privilégio que poucos podem desfrutar, mais a ignorância aliada a miséria que assola os homens é algo estarrecedor, fruto do monopólio de bens e controle sobre a maioria, que faz com que nos sejamos seletores de nós mesmos, fazendo com que muitos sejam escravizados pela ganacia de alguns.

A que se destina existir? Se ao final estaremos mortos, sem posses de nada, apenas uma intacta retina. E a rosa pequenina que um dia me deste, ela murchou e morreu, se decompôs, como tudo no mundo, num ciclo de nascer e morrer que é a unica coisa verdadeira, tudo é adubo, tudo que começa tem um fim, mais o fim de algo é o começo de algo novo. Uma planta que morre, vira adubo pras plantas que vivem, um ser humano ou animl que morre, vira comida pras outros animais ou adubo pra terra, pras plantas, pras minhocas. á agua que desce o rio serve pra alimentar as células de milhões d epessoas na cidade e o peixe que sobe o rio servirá pra alimentar o homem que vai ao supermercado ou ao mercado de peixe compra – lo pra se alimentar num belo dia de domingo. Apenas a matéria vida era tão fina…

então, eu lhes pergunto: Existirmos, a que será que se destina?

ACUSTICO – CAETANO VELOSO

ROCK – LEGIÃO URBANA

Sobre adrianouriel

A camada sob a superfície com a chuva rala sob a superfície plana...
Esse post foi publicado em 2012 NOS HORIZONTES QUE CIRCUNDAM, URIEL JUNHO e marcado , , , , , , , , , , , , , . Guardar link permanente.

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